Impacto social direto

O que muda na vida das famílias atípicas

O impacto vai além do consultório: ao capacitar a família e instrumentalizar a escola, o programa cria um ecossistema de inclusão sustentável que beneficia toda a comunidade.

4.000

Crianças/ano

Atendimento especializado com foco em TEA, TDAH, deficiência intelectual e T21, com intervenções clínicas semanais.

~24.000

Rede familiar

De 2 a 3 cuidadores por criança impactados diretamente pelo suporte, orientação e alívio da sobrecarga.

1.440

Escolas apoiadas

Relatórios e alinhamentos pedagógicos que fortalecem a atuação dos docentes na sala de aula.

100%

Desenvolvimento integral

Autonomia, inclusão escolar e participação social como eixos centrais do plano terapêutico.

Benefícios sentidos em casa

Fim da peregrinação

A família deixa de buscar profissional por profissional: diagnóstico, terapia e escola passam a conversar dentro de um único programa.

Menos sobrecarga emocional e financeira

Atendimento local e contínuo reduz deslocamentos, faltas ao trabalho e gastos particulares com terapias.

Orientação para o dia a dia

Canal exclusivo de dúvidas, devolutivas mensais e treinamento dos cuidadores para manejo em casa.

Escola preparada

Duas reuniões anuais de alinhamento escolar, adaptação curricular e apoio ao professor no manejo comportamental.

Evolução visível

Relatórios mensais de evolução e reavaliação trimestral de metas — a família acompanha o progresso com dados.

Pertencimento

Inclusão social real: a criança participa da rotina escolar e comunitária com suporte técnico adequado.

Cenário epidemiológico

A demanda é maior do que a rede enxerga

Estimativas de prevalência aplicadas à população de 0 a 17 anos. É comum a sobreposição de diagnósticos (comorbidades), o que exige abordagem multidisciplinar integrada e ações coordenadas entre Saúde e Educação.

1 a cada 31

Crianças com autismo (TEA)

~5%

Da população com TDAH

~2%

Deficiência intelectual e atrasos

1 a cada 700

Síndrome de Down

Demanda estimada em escala real

As 10 maiores cidades de São Paulo precisam de atenção

Aplicamos as taxas de prevalência à população estimada do IBGE (2024) das 10 maiores cidades do estado. Os números revelam a dimensão da demanda oculta que a rede pública precisa atender em saúde, educação e inclusão social.

MunicípioPopulação totalTEA (1/31)TDAH (~5%)DI e atrasos (~2%)Síndrome de Down (1/700)
São Paulo11.895.578383.728594.779237.91216.994
Guarulhos1.345.36443.39967.26826.9071.922
Campinas1.185.97738.25759.29923.7201.694
São Bernardo do Campo840.49927.11342.02516.8101.201
Santo André778.71125.12038.93615.5741.112
Sorocaba757.45924.43437.87315.1491.082
Osasco756.95224.41837.84815.1391.081
Ribeirão Preto728.40023.49736.42014.5681.041
São José dos Campos724.75623.37936.23814.4951.035
Piracicaba438.82714.15621.9418.777627

Fonte: população estimada IBGE 2024. Prevalências: TEA 1:31 (CDC/OMS), TDAH ~5%, deficiência intelectual e atrasos ~2%, Síndrome de Down 1:700. Os valores são estimativas e podem apresentar sobreposição entre diagnósticos.

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